domingo, julho 05, 2015

O GOLPE MORTAL NA CORRUPÇÃO

Revista Época:



O juiz Sergio Moro lidera uma revolução no combate à corrupção no Brasil

O avanço irrefreável da Lava Jato desloca o centro de poder de Brasília para Curitiba


THIAGO BRONZATTO, LEANDRO LOYOLA E DIEGO ESCOSTEGUY
04/07/2015 - 00h37 - Atualizado 04/07/2015 00h51


Nas noites dos últimos dias, o juiz federal Sergio Fernando Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, após botar os filhos para dormir e checar os últimos e-mails do dia, dedicava-se, quando ainda tinha forças, à leitura de uma coletânea de artigos sobre os 20 anos da Operação Mãos Limpas. A megainvestigação logrou o que parecia impossível: expurgar do Estado italiano organizações mafiosas centenárias. Os acertos – e os erros – dos juízes italianos ajudavam Moro a refletir sobre as melhores estratégias para conduzir a Operação Lava Jato. Como fechar os casos ainda em aberto e, ademais, como avançar naqueles que se avizinham rapidamente? Nas mesmas noites, não muito longe da casa do juiz, mas no frio da carceragem da Polícia Federal em Curitiba, para onde fora transferido, dividindo cela com o doleiro Alberto Youssef, Nestor Cerveró, o ex-diretor internacional da Petrobras condenado a cinco anos de prisão por Moro, tinha ataques de pânico. Pressionado pela família, especialmente pelo filho, Cerveró cedeu. Resolveu contar o que sabe, como apostavam Moro e os procuradores da força-tarefa da Lava Jato. E Cerveró sabe muito. 

Cerveró chamou os procuradores e, à revelia de seu advogado, começou a negociar os termos para se tornar o 20º delator da Lava Jato. Segundo políticos, empresários, investigadores e lobistas da Petrobras, somente duas pessoas podem esclarecer, entre outros contratos inexplicáveis na Área Internacional, a infame operação de compra da Refinaria de Pasadena, há quase dez anos. Nela, aPetrobras perdeu cerca de US$ 800 milhões. Uma é o operador Fernando Baiano, ligado ao PMDB e que atuava em parceria com Cerveró. Baiano está preso. Ele, porém, não exibe nenhum sinal de que pode vir a falar. A outra pessoa é o próprio Cerveró.
De acordo com essas fontes, ouvidas por ÉPOCA nos últimos anos e, também, nos últimos dias, Cerveró, se falar o que sabe, sem esconder nenhum fato, pode causar um estrago político devastador, ainda mais considerando-se o acúmulo incessante de provas da Lava Jato nas semanas recentes. Tanto Baiano quanto Cerveró confidenciaram – e não agora – a essas fontes que a operação de Pasadena além de outras na Diretoria Internacional beneficiaram o presidente do Senado, Renan Calheiros, do PMDB, parlamentares do PT e até o empresário José Carlos Bumlai, um dos melhores amigos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em miúdos: beneficiaram todos aqueles que o indicaram ao cargo, como já se comprovou que era a prática nas demais diretorias. Bumlai, que frequentava a intimidade do petista, falava em nome de Lula durante o segundo mandato do petista. E tinha relações estreitas com o grupo Schain, que obteve contratos na Petrobras com a ajuda de Cerveró. Todos os citados sempre negaram qualquer relação imprópria com Cerveró.
Revista ÉPOCA - capa edição 891 - Nada vai pará-lo (Foto: Divulgação/ÉPOCA)

Edson Ribeiro, o advogado de Cerveró, chegou a Curitiba na quinta-feira, disposto a fazer de tudo para demovê-lo da delação. O advogado disse a Cerveró ter certeza de que os executivos da Odebrecht, também presos na Lava Jato, conseguirão decisões judiciais favoráveis no recesso do Judiciário, daqui a alguns dias, seja no Superior Tribunal de Justiça, seja no Supremo Tribunal Federal. Se gente como Marcelo Odebrecht sair da cadeia, raciocina o advogado, outros sairão em seguida, como Cerveró. Até a noite da sexta-feira, os argumentos do advogado não foram suficientes para convencer Cerveró. Ele continua negociando os termos da delação com os procuradores. E demonstra uma mágoa especial pela presidenteDilma Rousseff. Sente-se abandonado por ela – que, como presidente do Conselho de Administração da Petrobras, aprovou a compra da refinaria de Pasadena. Em suas defesas entregues às autoridades, Cerveró alega que a responsabilidade pelo investimento em Pasadena é do Conselho de Administração da estatal. Ou seja, de Dilma.

A iminência da delação de Cerveró, decidida nos gabinetes e nas celas de Curitiba, revela como, no Brasil de 2015, o poder sobre os rumos da nação deslocou-se, momentaneamente, para a capital do Paraná. Se levada a cabo, a delação de Cerveró terá impacto em gente do calibre de Lula e Dilma. Por isso, um rastilho silencioso de pólvora – e pânico – acendeu-se até Brasília. Políticos e empresários poderosos ficam à mercê, mais uma vez, como acontece desde outubro, com as delações de Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef, de fatos sobre os quais eles não têm o menor controle – e, muitas vezes, nem sequer compreendem.

Essa mudança, ainda que temporária, nas regras do jogo, no controle da situação, explica parte das falas e ações destemperadas de políticos experientes, como Lula, ou até aqui cautelosos com o verbo, como Dilma. A combinação de crises pela qual passa o Brasil hoje converge, cotidianamente, para Curitiba. Os rumos das principais decisões políticas neste momento definem-se, mesmo com uma economia malparada e um governo anêmico, pelo que acontece na Operação Lava Jato. A sucessão de provas, de delações, as imagens quase semanais de tesoureiros e executivos sendo presos pela polícia sobrepõem-se a qualquer processo político e econômico em Brasília. Por uma razão simples: as decisões de Curitiba põem em risco a sobrevivência dos principais partidos e políticos do Brasil. O mesmo vale para as principais empreiteiras do país.

Nenhum gabinete, portanto, concentra tanto poder neste momento no Brasil quanto aquele no 2o andar na Avenida Anita Garibaldi, 888. É de lá que despacha Sergio Moro, o cérebro e centro moral da Lava Jato. A Operação, na verdade, envolve dezenas de procuradores da República, delegados e agentes da PF, equipes na Procuradoria-Geral da República, em Brasília, além do ministro do Supremo Teori Zavascki. Todos têm poder para definir, em alguma medida, os rumos das centenas – isso, centenas – de casos de corrupção investigados na Lava Jato. Alguns casos tramitam em Brasília – aqueles que envolvem políticos com foro no Supremo. Mas a maioria fica em Curitiba e de lá não sai. Moro alia virtudes raríssimas para a missão: preparo jurídico, pensamento estratégico, inflexibilidade de princípios, coragem moral e disciplina de trabalho. Entra cedo, sai tarde e prossegue na lida mesmo de casa. Alguns dos procuradores da força-tarefa compartilham, em maior ou  menor grau, as mesmas características. Estudaram muito, trabalham sem parar e entendem que estão fazendo história.

Após mais de um ano de Lava Jato, já está claro que esses homens e mulheres – pelo tamanho dos presos, pela força das provas, pelos nomes envolvidos e pelo dinheiro recuperado – estão promovendo uma revolução na luta contra a grande corrupção no Brasil. O método, a estratégia e a disciplina para manter o foco nos alvos certos, como Cerveró ou Marcelo Odebrecht, demonstram que essa revolução, cujo acúmulo intenso de fatos desnorteia até o observador mais atento, irá longe. A partir das delações capitais de Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef, em outubro do ano passado, surgiu a obtenção de mais provas, como extratos bancários de contas em paraísos fiscais e a confissão dos demais envolvidos. O efeito cascata, irrefreável, parece destinado a parar apenas quando todos os envolvidos no petrolão, esse esquema que envolvia empresas inescrupulosas e políticos corruptos, estejam identificados e devidamente processados. É uma réstia de esperança para um povo que precisa, desesperadamente, acreditar novamente em seu sistema político.

Engana-se, porém, quem pensa que Moro ou os procuradores da Lava Jato tenham ganas de pegar Lula ou Dilma. Na visão deles, e que as provas de fato oferecem (até o momento), Lula e Dilma não eram chefes de uma organização criminosa. Não que ambos não tenham responsabilidade pela sustentação política do petrolão – pelo aval, no mínimo, tácito aos resultados de suas decisões fisiológicas, de distribuição irresponsável de cargos na Petrobras. Mas a decisão de distribuir diretorias da estatal não é crime. O petrolão é, pelo que as evidências apontam até o momento, um esquema horizontal, organizado entre empresários corruptores e funcionários públicos corruptos. Entre as duas partes, havia operadores de partidos políticos e doleiros. Todos ganhavam, especialmente os políticos dos partidos (PT, PMDB e PP, sobretudo) que controlavam os cargos. Não havia chefes. Havia apenas cúmplices na roubalheira.

Há muitas novidades, no entanto, a caminho. Nestor Cerveró, o quase certo 20º delator, trará apenas parte delas. A 16ª fase da Lava Jato não tarda. E ela será decidida em Curitiba, para desespero do poder em Brasília.

O NOVO JÁ CHEGOU

O que precisa ficar claro, nesse momento histórico de transição, pelo qual passamos, com o advento das redes sociais e com a revoluão social promovida pela internet, em curso e trazendo o debate para o nosso microcosmo, é que o ciclo politico inaugurado pelo Garotinho e um grupo de companheiros, no alvorecer da década de 80 do século passado, é findo.

Já vivemos o pós-Garotinho - uso seu nome por ser a figura mais emblemática dessa era.

O novo virá, alías, já está entre nós e o processo social o revelará, como de costume. São como aquelas músicas que não tocam na mídia, porque são fenômenos regionalizados, mas que são levadas pela oralidade e chega um momento em que a Industria Cultural, obrigatoriamente, as reconhecem como sucessos inevitáveis.

Como ensina o menestrel Belchior, "o novo sempre vem". E tomara que seja, realmente, novo. E não, uma novidade perecível.

O Garotinho, habilidoso bicho político, já fez essa leitura. Sabe que perdeu o centro da cena política de Campos, mas não se entrega, luta desesperadamente, para reocupar um lugar que  já foi seu. Por isso, assumiu uma secretaria municipal, que é, na verdade, um verniz institucional para exercer de fato o poder. Como diz um amigo, "convenceram Rosinha a ser candidata, mas não a convenceram a ser prefeita". O prefeito ilegítimo é ele.

Mas o Garotinho não é só vício, é virtude também. Tem uma carreira marcada por vitórias eleitorais, foi protagonista na mudança da bússola política deste Município há duas décadas e meia atrás. Mas aprendeu com os velhos costumes da política provinciana que combateu  e achou que seu triunfo era para sempre. Nada é para sempre.

 O poder o seduziu, ainda assim, a história há de lhe fazer justiça, um dia.


FLF

sábado, julho 04, 2015

PROMOTOR EMITE NOTA SOBRE AFASTAMENTO DE SECRETÁRIOS

(Do Blog Ponto de Vista - Folha da Manhã)


NOTA DE ESCLARECIMENTO
A 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Campos vem esclarecer que o pedido e a decisão de afastamento dos secretários foram feitos antes da decisão da 11ª Câmara Cível, que suspendeu a primeira decisão da 1ª Vara Cível, não tendo havido qualquer desobediência à ordem judicial de 2ª instância.
A medida se mostrou necessária uma vez que os referidos secretários, embora não fossem gestores da Saúde, eram os responsáveis pelos pagamentos de alguns serviços de saúde e não estavam pagando aos prestadores dos serviços de saúde, notadamente aos hospitais beneficiários da decisão judicial.
As ações do Ministério Público buscam defender os interesses da coletividade que depende do SUS, que são principalmente os mais pobres, sendo imperioso que o Município pague pelos serviços prestados, sob pena de paralisação.
Independentemente da informação prestada pelo Sindicato, os representantes dos Hospitais já haviam declarado no Ministério Público, que a falta de pagamento estaria pondo em risco o atendimento aos pacientes do SUS, o que legitimou a atuação da Promotoria.
Mas se algum fato novo fez os hospitais mudarem de ideia, a ponto de não haver mais problema para a manutenção dos serviços aos pacientes do SUS, nenhum problema há e o problema está solucionado, merecendo registro somente que a partir do momento que um Hospital admite um paciente, passa a ser responsável pela eficiência do seu tratamento, de acordo com as melhores técnicas.
Caso um paciente venha a sofrer alguma complicação em razão da negligência no atendimento, os gestores poderão ser responsabilizados, assim como ocorreu na Santa Casa de Misericórdia, não servindo na hipótese, qualquer desculpa de que deixou de prestar os serviços por falta de pagamento da Prefeitura.
O que se pretende com as ações é justamente evitar que o atendimento à população que depende do SUS seja deficiente, pondo em risco a vida dos mais pobres.
E isso depende de a Prefeitura manter a regularidade dos repasses. Se o Município e os hospitais encontraram uma solução para que não haja a paralisação dos serviços, as ações atingiram seu objetivo.

Campos dos Goytacazes, 04 de julho de 2015.
Leandro Manhães de Lima Barreto
Promotor de Justiça

LEITE DA MERENDA ESCOLAR COM VALOR NUTRICIONAL FORA DO PADRÃO

A incansável e diligente professora Luciana Marques - eu a identifico porque ela prefere assim - mandou ao blog denúncia que requer, no mínimo, uma explicação da secretaria municipal de Educação. As latas de leite que foram mandadas para a merenda escolar têm dois rótulos "e o valor nutricional do que está sendo servido não é o real".

E agora, quem responde por isso?


Veja as imagens abaixo:

PREFEITURA DE CAMPOS TEM SUPER ASSESSOR

(Do Blog Eu Penso Que, do jornalista Ricardo André)


sábado, 4 de julho de 2015

GOVERNO ROSINHA PAGA A SERVIDOR CEDIDO PELA PETROBRAS SALÁRIO DE QUASE TRÊS SECRETÁRIOS: R$ 25 MIL

Em meio à crise que obrigou a prefeitura a cortar parte dos funcionários terceirizados e reduzir salários dos ocupantes de cargos de confiança, o governo Rosinha ainda se dá ao luxo de pagar a Petrobras R$ 25.362,48 pela cessão de apenas um engenheiro, funcionário da estatal, cedido com ônus, a pedido da PMCG. O pagamento foi feito do último dia 01/07, processo 20151150000570 - ordem bancária 2015OB06827. A informação é pública e está no relatório de desembolso do Portal da Transparência (aqui).
No dia 27 de maio deste ano, a PMCG fez outro pagamento à Petrobras - processo 20151150000570   - ordem bancária 2015OB05696 PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS RESSARCIMENTO CESSAO SERVIDOR- R$ 25.966,26, mas não informação quanto ao nome do cedido.
O valor equivale a quase três salários de ocupantes de cargo de secretário (DAS-1), que é de cerca de R$ 9 mil.

Clique para ampliar.

A LUTA CONTRA O EMPRÉSTIMO BIBLIONÁRIO CHEGA À INTERNET

(Por e-mail)

observatoriocampos.blogspot.com

SEJA VOCÊ TAMBÉM UM COLABORADOR

Você também pode ser um colaborador do movimento "ROYALTIES: NÃO VENDA O MEU FUTURO". Clique na imagem, salve no seu computador o formulário do abaixo-assinado, imprima e colete assinaturas dos seus parentes, amigos e vizinhos. Depois, é só entregar o formulário no ponto de coletas do calçadão ou então mandar um email para observatoriocampos@gmail.com , que nós vamos ao seu encontro. Junte-se a nós na luta pelo futuro da nossa cidade.


sexta-feira, julho 03, 2015

TRIBUNAL SUSPENDE DECISÃO QUE AFASTOU SECRETÁRIOS DE CAMPOS

FOLHA DA MANHÃ:


TJ suspende decisão que afastou Walter Jobe e Suledil da Prefeitura

os doisO desembargador Fernando Cerqueira Chagas, da 11ª Vara Cível do Tribunal de Justiça (TJ) do Rio de Janeiro, suspendeu nesta sexta-feira (3) a decisão do juiz Ralph Machado Manhães Júnior, que determinou (aqui), o afastamento dos secretários Suledil Bernardino da Silva (Controle, Lançamento e Auditoria) e Walter Jobe (Fazenda). O agravo foi interposto pelos secretários e pela procuradoria do município. O desembargador relata que não ignora “a situação difícil por que passa a saúde pública de Campos”
Na quarta-feira, Ralph determinou o afastamento imediato de dois secretários municipais de Campos por não terem apresentado documentos solicitados para comprovar o repasse de verbas do Sistema Único de Saúde (SUS) e municipais para as unidades contratualizadas. Jobe e Suledil ficaram “impedidos de ingressarem ou permanecerem em qualquer dependência da Prefeitura”. Em caso de descumprimento, eles poderiam ser presos em flagrante. Segundo Ralph, o caos da saúde municipal é público e notório, constatado, inclusive, por várias inspeções do Ministério Público e ações na Comarca, além de constantes atrasos nos pagamentos.
O desembargador informou que “não se está aqui a ignorar a situação difícil por que passa a saúde pública de Campos dos Goytacazes, em especial das entidades privadas que prestam serviço mediante vínculo com o Poder Público. Aliás, a rigor, não podem deixar de prestar esse serviço, posto que essencial à população”. No entanto, ela considera que “não se afigura razoável, nos limites da presente cognição, entender que o imediato afastamento dos secretários de fazenda e de controle, lançamento e auditoria, vá contribuir imediatamente para a melhoria do serviço público de saúde de modo a evitar a paralisação referida”.
Fernando Cerqueira observa que o juiz  entendeu inexistir o que claramente estava afirmado em seus acórdãos pelo TJ, de que a decisão agravada interferiu na administração municipal de forma exacerbada e contraditória.
Na quinta-feira (2), a Prefeitura de Campos emitiu nota na qual todo o seu secretariado, da prefeita e do vice-prefeito, prestou solidariedade aos secretários Suledil Bernardino (Controle) e Walter Jobe (Fazenda), contra o que chamou de “medida arbitrária adotada pelo juiz da 1ª Vara Cível de Campos, atendendo pedido do Promotor Leandro Manhães”.
Sobre a decisão de afastamento dos secretários, obtenha mais detalhes na Folha Online: aqui e aqui.
Mais informações na edição impressa da Folha da Manhã deste sábado (04).

A INDUSTRIA DAS MULTAS

(Por e-mail)

Fernando , boa tarde hoje eu fiquei impressionado com o que vem acontecendo com a Cidade de Campos dos Goytacazes os comerciantes do Centro estão desesperados com a queda das vendas e para completar os Guardas Municipais
estão no Centro multando por qualquer motivo , um comerciante foi se informar na
Guarda o porque de tanto rigor no trânsito , visto que essas atitudes prejudicam ainda mais o movimento do comércio em uma cidade com um trânsito caootico e
para minha surpresa a resposta do servidor , foi que o todo poderoso reuniu os GUARDAS e ordenou que a partir da presente data aquele funcionário que sair para o trabalho e ao final do expediente chegar com o talão sem qualquer multa
vai sofrer todo o tipo de represália e perseguição , Fernando favor replicar essa matéria para todos os blogueiros e demais setores da imprensa.

TO PODENDO COM KELLY QUEEN NA RADIO E TV DIÁRIO

A estrela campista e humorista Kelly Queen após negociação com a direção do grupo Diário acaba de confirmar sua contratação.
KELLY apresentará a partir do dia 20 de julho de segunda a sexta das 22:00 a Meia noite o programa To podendo, que será transmitido pela rádio diário FM em 100,7.
O projeto trará além de muito humor alegria e diversão também trará notícias, prêmios, participação de ouvintes, sorteios,e muita irreverência.
O programa irá animar as noites campistas e trazer muito humor e alegria para todos que gostam de ouvir rádio.
Kelly que já participou de programas a nível nacional como Raul Gil,Ratinho,Gilberto Barros, agora está em uma nova fase e mergulha de cabeça nesse novo projeto.
Contamos com sua audiência!


PRO4: MAIORIA DOS CAMPISTAS ACHA GOVERNO DESONESTO

Os mais antigos repetiam um adágio, segundo o qual a confiança é como o cristal, quebrou, não há meio de repará-lo. A pesquisa do Instituto Pro4 aferiu que mais de 63 por cento dos campistas consultados, na última pesquisa, disseram que consideram o governo atual "desonesto". Uma hecatombe política, se você considerar que em cada 10 cidadãos, quase 7 desconfiam das ações e intenções da administração.

Os sinais da insatisfação popular estão em todos os lugares. Só o governo gosta do governo.

Leia matéria do Aluysio Abreu Barbosa sobre os números da Pro4, aqui.